Seiva

Seiva é folk de identidade portuguesa a mostrar a sua força vital. A misturar a oralidade rural e a urbanidade.

Seiva é olhar para dentro para procurar uma raiz cultural e musical e encontrar alma portuguesa nas canções de trabalho, nas romarias, nos adufes e pandeiros, nas canções de fé, na força dos bombos que fazem o coração bater mais forte. Nos ritmos que o tempo ainda não perdeu mas que se foi esquecendo. Sentir essa essência na viola braguesa, no cavaquinho, nas gaitas de fole mas também, no olhar em frente e no desbravar de novos caminhos, misturando electrónica e electricidade sem pudores nem purismos.

A nutrir o presente com o vigor do passado para abraçar o futuro. E lembrar que tudo isto é emoção portuguesa mas, nem tudo isto é triste e é muito mais que Fado.

Tudo isto é Seiva.

Joana Negrãophoto: Pedro Granada

Joana Negrão

Voz, Gaitas Portuguesas, Adufe, Pandeireta.

Vasco Ribeiro Casaisphoto: Pedro Granada

Vasco Ribeiro Casais

Braguesa, Cavaquinho, Gaitas Portuguesas, Adufe.

Rita Nóvoaphoto: Cláudia Costa

Rita Nóvoa

Percussões.

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  • Videovideo: Senhora do Leite live @ Moagem de Sampaio
  • Videovideo: Pele de Adufe live @ Moagem de Sampaio
  • Videovideo: O Louco live @ Moagem de Sampaio
  • Videovideo: Margaça live @ Moagem de Sampaio
  • Videovideo: Dura de Roer live @ Moagem de Sampaio
  • Videovideo: Coração de Almofada live @ Moagem de Sampaio
  • Videovideo: O Louco live @ Festival Salvaterra 2015
  • Videovideo: Pele de Adufe live @ Sesimbra
  • Videovideo: Repasseado dos Casais live @ Sesimbra
  • Videovideo: Divina St Cruz live @ cave B
  • Videovideo: Lá Cima ó Castelo live @ cave B
  • photo: Live @ Forúm José Figueiredo
  • Photo: live @ Sesimbra
  • Seiva live @ L Burro i L Gueteiro by Cláudia Costa
  • Seiva Promo Session by Rita Carmo
  • audio: Dura de Roer
  • audio: Senhora do Leite
  • audio: Divina St Cruz
  • audio: Azul
  • audio: Pele de Adufe

Pele de Adufe

(letra: Joana Negrão, música: Vasco Ribeiro Casais)

Ouço em mim
Adufe bem tocado
Na pele a mão
no aro bem timbrado
sou Monsanto com paixão

Quis assim
Um tom bem afinado
Sem canção
Nem rumo destinado
E voz que sai
Sem ter razão

Toquei pra ti
Com vestido bem bordado
feito à mão
De corpo bem cintado
E um laço feito de algodão

Provo em ti
Sabor bem apurado
De emoção
De um abraço apertado
E sermos só
Um coração

Dura de Roer

(letra: Joana Negrão, música: Vasco Ribeiro Casais)

A vida tem só dois dias
Que não, chegam pra ter
tempo de te esquecer
E dançar a última vez

É dura, de se roer
Não é, a vida alheia
Que nos corre na veia
E pede pra não sofrer

Podem ser, só umas sete
pra quem cai e levanta
E não, é marionete
Na voz de outra garganta

Também pode ser dança
o corpo roda sem querer
Os passos são a bonança
De quem, não se deixa vencer

O tempo não olha para trás
Nem p’la nossa paz, não tem pudor

Viver é dar o tempo à vida e à alma
Despida de dor

Coração de Almofada

(letra: Joana Negrão, música: Vasco Ribeiro Casais)

Um coração fechado está só
Adormecido, cheio de dó
Perdido, escondido, casca de noz
Só ter dó, é viver sem ter voz

A minha voz pra gritar o que vejo
O amor é um simples desejo

Sem ter a voz, sem abrir a janela
A porta do amor abre com ela
Fujo com medo da rede e das teias
Que ele me tece na alma e nas veias

Salto com um pé ou salto com os dois
Salto com fé e penso depois

Divina Santa Cruz

(tradicional, arranjo por Seiva)

Oh Divina Santa Cruz
Ide para lá
Vou eu andando

Minha alma já lá está
E o meu coração
vai chegando

Oh Divina Santa Cruz
E há vossa
Porta cheguei

Tantos anjos me acompanham
E como di
Passadas dei

Lá cima ó castelo

(tradicional, arranjo por Seiva)

Já não há não há, já não pode haveri
Vinho na caneca pra gente buêri
Pra genti bueri pra gente pagari,
Já não há não há quem mande ir deitari

Lá cima ó castelo se vendem palitos
Diga-me ó menina se n’água tem bicos
Se n'água tem bicos mas deixai-a teri
O que você queria era nágua veri

Lá cima ó castelo si vendem laranjas
Diga-me ó menina se n'água tem franjas
Se n'água tem franjas mas deixai-a teri
O que você queria era nágua veri

Lá cima ó castelo si vendem limões
Mocinhas bonitas não são pra ganhões

Lá cima ó castelo há di tudo à venda
Diga-m'ó menina se n'água tem renda
Se n'água tem renda mas deixai-a teri,
O que você queria era n’água veri

Por Deus

(letra: Joana Negrão, música: Vasco Ribeiro Casais)

Um fogo, que explode
Se as mãos dos homens pecam
Por Deus, um só Deus
Mas Deus não arde assim

Um fogo, que explode
A quem orar por medo
Por Deus, um só Deus
Deus não se teme assim

Um fogo, que explode
num coração fechado
Por Deus, um só Deus
Deus não se ama assim

Sem medo, respiro
Procuro a minha força
Inspiro, expiro
E vejo a luz em mim

Sem medo, respiro
Amar sem ter receio
Inspiro, expiro
É o Divino em mim

Sem medo, respiro
E o coração bate assim
Inspiro, expiro
É a fé que há em mim

Senhora do Leite

(tradicional, arranjo por Seiva)

Nossa Senhora do leite, Nossa Senhora do leite
Ela tem muita valia, Ela tem muita valia

É a imagem mais antiga, É a imagem mais antiga
Que há em Penha Garcia, Que há em Penha Garcia

Nossa Senhora do leite, Nossa Senhora do leite
Ela tem o seu menino, Ela tem o seu menino

Ai é criá-lo ao peito, Ai é criá-lo ao peito
Com todo o amor e carinho, Com todo o amor e carinho

Nossa Senhora do leite, Nossa Senhora do leite
Eu trago-a no pensamento, Eu trago-a no pensamento

É a minha companhia, É a minha companhia
A toda a hora e momento, A toda a hora e momento

Nossa Senhora do leite, Nossa Senhora do leite
Não a posso esquecer, Não a posso esquecer

À hora da minha morte, À hora da minha morte Ela me há-de valer, Ela me há-de valer

Margaça

(tradicional, arranjo por Seiva)

A margaça é má erva
Ai que ela me picou na mão
Também a maldade pica
Ai aos homens no coração

Anda cá se queres ver
Como é minha alegria
Toda coberta de penas
Como anda a cotovia

O sol é que alegra o dia
Ai se algum desvio não tem
Os olhos do meu amor
Ai os olhos do meu amor
Ai alegram os meus também

O Sol posto vai doente
Ai o sol posto vai doente
Ai a lua já vai sangrada
Ai a lua já vai sangrada

Eu julgava que a margaça
Era a mulher de algum homem
Ai ela é uma má erva
Nem os animais a comem

TOUR

Seiva Tour Dates


Concertos passados:

02/10/2016
Festival Costa del Folk
Carvoeiro
Portugal

23/07/2016
Festival Música no Castelo
Trancoso
Portugal

12/05/2016
Popular Alvalade
Lisboa
Portugal

24/04/2016
Capricho Setubalense
Setúbal
Portugal

21/02/2016
Fnac Almada Forum
Almada
Portugal

21/01/2016
Academia Almadense
Almada
Portugal

14/01/2016
Pavilhão Centro de Portugal
Coimbra
Portugal

09/10/2015
Teatro D.Luís Filipe
Lisboa
Portugal

08/10/2015
Viva a Música - Antena 1
Lisboa
Portugal

03/10/2015
Fnac Gaia Shopping
Vila Nova de Gaia
Portugal

03/10/2015
Fnac Mar Shopping
Matosinhos
Portugal

02/10/2015
Fnac Norte Shopping
Senhora da Hora
Portugal

01/10/2015
Avenida Central
Braga
Portugal

26/09/2015
Fnac CC Vasco da Gama
Lisboa
Portugal

25/09/2015
IPJ
Faro
Portugal

04/09/2015
Festa do Avante
Seixal
Portugal

16/08/2015
Festival da Cerveja de Urtiga
Vila Soeiro do Chão
Portugal

26/07/2015
Festival Peixinho do Rio
Juncais
Portugal

24/07/2015
Festival l Burro I L Gueteiro
Trás-os-Montes
Portugal

04/07/2015
Festival Salva a Terra
Salvaterra do Extremo
Portugal

03/07/2015
Festival Internacional de Gigantes
Pinhal Novo
Portugal

02/07/2015
Fnac Colombo
Lisboa
Portugal

20/06/2015
Sarau do Dia Mundial do Refugiado
Lisboa
Portugal

10/06/2015
Fnac Chiado
Lisboa
Portugal

05/06/2015
Salão Brazil
Coimbra
Portugal

15/05/2015
Sabotage Rock Club
Lisboa
Portugal

02/05/2015
Há Festa na Aldeia
Alcácer do Sal
Portugal

25/04/2015
Espaço Imaginário
Évora
Portugal

17/04/2015
Cine Incrível
Almada
Portugal

11/04/2015
Oeiras Crescendo Festival
Oeiras
Portugal

09/04/2015
Popular Alvalade
Lisboa
Portugal

14/03/2015
Forúm José Figueiredo
Baixa da Banheira
Portugal

06/03/2015
Salamandra Dourada
Lisboa
Portugal

31/01/2015
Fórum Romeu Correia
Almada
Portugal

24/01/2015
Cine-Teatro Municipal João Mota
Sesimbra
Portugal

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